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Altar, 28 Out ’26

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This is heavy, kid. This is dense and weary. You get tired and feel sad because that is what it does to pilgrims. Close your eyes long enough to see.
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Estrutura é tradição criada por repetição. Essa é a hora de dividir as águas e clamar suas rochas e plantas, seus ares divinos, ancestres vultos em carroças e metais, a rugir;
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quando sabes quem são,
nem olvido nem perdão
para quem gera porcaria.
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Faz daqui mesmo o teu presente. As coisas estão a girar, e toda roda tem seus espectáculos. Brinca e ousa um algo mais, faz o que te dá alento e ignora o vil véu que já vês.
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Teus olhos não estão condicionados a esse tipo de luz. Tu, no entanto, te aproximas.
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Faz com gosto o exercício de aguentar.
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Te arranca da fogueira e te põe a andar.
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Daqui mesmo eu vi quando tudo se pôs, deixou a brisa do novo e místico, de fogo e fumaça se enche o ar. Aceita a tua morcegada e caveira,
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abre o registro do porão,
estoura a bomba do escuro
no véu palatino
da boca do Dragão.
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Pousa no ar,
na massa tempesta
que rodeia
e carrega a informação.
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Faz a leitura crítica do entorno. Desbrava o sol nascente do acolher. Fecha tua janela pro espírito do pesadume e deixa entrar só o farol de Ra.
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Abre o Olho e recebe no peito o estilo que marca tua revolta.
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Tu és para guiar,
fazer a ponte entre as nações,
entre sintagma e paradigma,
latim vulgar e olhos de ressaca.
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Cala só teu medo de esperar. Já te provei que dá certo.
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Avança devagar.
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Lee
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