The Morrígan chant a war cry
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    Faculdade de Letras, banquinho no corredor, 27 Out ’26

    Armored Monkey King holding a glowing staff in a waterfall-filled jungle cave

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    Quanto mais converso com as pessoas, menos sentido tudo faz. Este ambiente é teoricamente de mentes abertas, curiosidades aguçadas. No fim das contas, acho que cada um só se interessa por si mesm@.

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    Será que esse dia de Marte me verá entregar os pontos mais uma vez?

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    Esta noite me deu dois ases. Dois caminhos a abrir. Dois investimentos. O Hierofante tem as chaves, mas permanece em seu trono. Hoje fui chamado a sentir algo antigo, familiar.

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    Realmente, talvez o que eu escrevo só seja legível pra mim.

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    Às vezes aparece alguém assim do nada, gente que sabe das coisas, do funcionamento das coisas. Acaba dinamizando a atmosfera, faz jus à função do local, à proposta da universidade, do pensamento livre, do espaço democrático.

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    Foco é importante pra dar caminho, mas tem que saber o que fazer antes. Eu vou ter que escolher entre muito pouco, aquele que parece que eu sou um vagabundo e não tô evoluindo, e muito muito, aquele que eu não vou ter vida pra fazer mais nada.

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    A parceria é difícil, a gente tá sempre rodeado de um monte de gente, é custoso se conectar com as pessoas.

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    Hoje eu vi que ganho muito ouvindo, pouquíssimo falando.

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    Vou ficar quieto, escutando e anotando.

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    Lee

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    Going to bed, 27 Oct ’26

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    They keep dying on me. I move and kill. Destruction follows my footprints.

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    É bom esquecer as coisas em outra língua, quando se está para deitar, de barriga vazia, tendo se movido por quilômetros de lua, ruas vazias, claro-escuro, rompantes, cães e nostalgias.

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    Havia uma tranquilidade no ar. A grande vitória veio, necessária ao mundo inteiro. Permanecemos vivos. Permanecemos mortos.

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    Andemos ao mais alto dos montes da consciência, ao estelar, astral, ao véu que ilude e ludibria, faz de fantasia a realidade nua e crua.

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    Vamos ver as árvores, o descanso, o porvir e o outrora. Ver as nuvens nadando no éter do atmos, da atma.

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    Respiro, logo existo. Dum spiro spero.

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    A espada corta o conflito, racionaliza e distribui, separa o joio do trigo. O Ar é implacável, invisível, flui em consonância com o movimento sutil, o esperar do despertar, a saída mais justa e mais fiel.

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    Deito agora agora para calar os olhos, mas o Ar não se cala jamais.

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    É preciso respirar.

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    Lee

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