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Going to bed, 27 Oct ’26

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They keep dying on me. I move and kill. Destruction follows my footprints.
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É bom esquecer as coisas em outra língua, quando se está para deitar, de barriga vazia, tendo se movido por quilômetros de lua, ruas vazias, claro-escuro, rompantes, cães e nostalgias.
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Havia uma tranquilidade no ar. A grande vitória veio, necessária ao mundo inteiro. Permanecemos vivos. Permanecemos mortos.
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Andemos ao mais alto dos montes da consciência, ao estelar, astral, ao véu que ilude e ludibria, faz de fantasia a realidade nua e crua.
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Vamos ver as árvores, o descanso, o porvir e o outrora. Ver as nuvens nadando no éter do atmos, da atma.
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Respiro, logo existo. Dum spiro spero.
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A espada corta o conflito, racionaliza e distribui, separa o joio do trigo. O Ar é implacável, invisível, flui em consonância com o movimento sutil, o esperar do despertar, a saída mais justa e mais fiel.
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Deito agora agora para calar os olhos, mas o Ar não se cala jamais.
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É preciso respirar.
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Lee
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